Exposições Virtuais: Promovendo a Divulgação Científica para a Educação Básica – 2022

Autoras: Veronica Figueiredo do Amaral, Isabelle Ferraz Rodrigues e Silva, Natan Melo Zefiro, Sonia Regina Alves Nogueira de Sá, Fernanda Serpa Cardoso, Jussara Machado Lagrota Cândido, Amanda Torrentes de Carvalho, Aurelizia Maria Lemos Xavier

A pandemia da COVID-19 no Brasil contribuiu para o agravamento de um cenário de incertezas próprio do período de transição, no qual a opinião e as emoções têm mais valor do que os fatos. Um dos problemas intensificados neste período é a desinformação através da propagação de fake news sobre saúde, ciência e tecnologia aprofundando o descrédito na C&T por parte da população. Dessa forma, visando criar meios para promover a divulgação científica nas escolas públicas de Niterói e combater a desinformação, discorremos sobre a elaboração de exposições para uma mostra científica virtual.

Disponível em: http://www.proex.uff.br/semext/criaPDF.php?trb_ID=159&ano=2021

Atividades Suplementares para alunos com Comportamento Superdotado: o trabalho do grupo DIECI UFF em tempos de pandemia – 2022

Autoras: Fernanda Serpa Cardoso, Pedro Gomes Guidorizzi, Sonia Regina Alves Nogueira, Elena Cardoso Mendes, Maria Isabella Campanati Dias, Ana Luiza Bastos

Projeto: Atividades Suplementares para alunos com comportamento

Segundo o Artigo 59 da LDB/96, os sistemas de ensino devem assegurar aos alunos superdotados (AH/SD) recursos educativos que suplementam sua formação, de modo a integrá-los plenamente na vida em sociedade, apontando, inclusive, que para tal deve-se estabelecer parcerias com Instituições de Ensino Superior. Dessa forma, o grupo DIECI UFF oferece atividades suplementares a crianças e adolescentes diagnosticados com superdotação (AH/SD) objetivando romper essas adversidades. Para isso, a equipe participa de estudos individuais e em grupo, realiza Simulações Pedagógicas e desenvolve Oficinas Interativas, entre outras atividades. Devido à pandemia do Covid-19, as atividades do DIECI UFF foram adaptadas à modalidade online desde o ano de 2020, e, com base em experiências prévias, constata-se que é possível realizar tais atividades amparadas pelas tecnologias de comunicação, embora seja constantemente árduo. .

Disponível em: http://www.proex.uff.br/semext/criaPDF.php?trb_ID=219&ano=2021

Fazendo arte com eletrólise – uma oficina interativa de Química para a inclusão de alunos com AH/SD – 2019

Autoras: Fernanda Serpa Cardoso, Sonia Regina Alves Nogueira de Sá e Isabelle Ferraz Rodrigues e Silva

Projeto: Construção de estratégias interdisciplinares em diálogo com o Currículo Mínimo da SEEDUC – RJ das disciplinas da área das Ciências da Natureza

Embora o senso comum acredite ser desnecessário oferecer atendimento especial aos alunos com altas habilidades ou superdotação (AH/SD), por associá-los erroneamente a alunos com alto rendimento escolar, a lei brasileira assegura tal atendimento e prescreve seu oferecimento, na modalidade de suplementação em contra turno, tanto em salas de recursos das escolas quanto por parcerias com as universidades. Tais parcerias podem ocorrer desde programas de iniciação científica júnior até a participação em cursos de férias, sendo esses projetos ainda insipientes no país. Dessa forma, neste trabalho, apresentamos e analisamos a oficina interativa “Fazendo Arte com Eletrólise” que foi aplicada com 28 alunos, diagnosticados com AH/SD, no VII Curso de Verão para Alunos Superdotados da UFF, evento organizado e realizado pelo grupo de pesquisa DIECI – UFF. Planejada para ser uma atividade do tipo III do Modelo Triádico de Enriquecimento de Renzulli, a oficina trata de um assunto incluído nos conteúdos de química da 3ª série do Ensino Médio, a eletrólise, e se apóia na problematização freiriana, mesclando experimentação investigativa com discussão teórica dialogada, com um total de seis etapas, incluindo três experimentos. Os conjuntos para a realização de tais experimentos foram confeccionados com materiais de baixo custo. A participação dos alunos em todas as etapas, especialmente durante as organizações dos conhecimentos; a integração demonstrada por todos na busca de soluções aos desafios apresentados e na socialização dos resultados alcançados, permitem concluir que o andamento proposto para a oficina, uma atividade Tipo III, pode ser usado para trabalhar o conteúdo escolar Eletrólise na sala de aula regular como atividade inclusiva para alunos com AH/SD.

Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1tnuzRm5lvC3Z_sOF3XrJKvUNiJMxh8nP/view?usp=share_link

Vida e dignidade humana rimadas em cordel, reflexões acerca da metodologia que visa o atendimento de alunos superdotados – 2019

Autoras: Fernanda Serpa Cardoso, Sonia Regina Alves Nogueira de Sá e Ursulla Herdy Gomes de Souza

Projeto: Construção de estratégias interdisciplinares em diálogo com o Currículo Mínimo da SEEDUC – RJ das disciplinas da área das Ciências da Natureza

A grande questão que norteia a temática da inclusão, que abrange os superdotados, é de que maneira as atividades apresentadas a um público excepcional, em ambientes escolares ou não, podem se tornar inclusivas. Nessa perspectiva, o presente trabalho discorrerá acerca da oficina “Vida e dignidade humana rimadas em cordel” realizada pelo grupo DIECI – UFF no VII Curso de Férias para Alunos Superdotados da UFF. Visando oferecer a suplementação prevista pela LDB aos indivíduos com altas habilidades ou superdotação (AH/SD), a atividade foi planejada tendo como referência tanto o ensino problematizador de Paulo Freire como o Modelo Triádico de Renzulli. A efetiva participação dos alunos durante as etapas propostas corroborou com diferentes estudos na área que apontam para o fato que tais indivíduos quando desafiados a solucionarem problemas acabam se envolvendo mais com a tarefa, sendo igualmente importante o estímulo ao trabalho em grupo e o respeito às diferenças. Além dos resultados obtidos com os alunos, foi também evidenciada a necessidade do investimento na formação de professores a fim de se alcançar uma educação com caráter inclusivo para alunos com AH/SD.

Disponível em: https://drive.google.com/file/d/12P3381j0IKQ4MBOV-WryL3Wx8Gt1zqer/view?usp=share_link

Espaços-tempo de interação Universidade-Escola: um congresso científico tecnológica para o Ensino Médio – 2018

Autoras: Fernanda Serpa Cardoso, Alice Akemi Yamazaki e Sonia Regina Alves Nogueira de Sá.

Projeto: Construção de estratégias interdisciplinares em diálogo com o Currículo Mínimo da SEEDUC – RJ das disciplinas da área das Ciências da Natureza

O presente estudo problematiza o ensino de Ciências na Educação Básica brasileira a partir das referências de Santos, Freire, Delizoicov e Chassot, entre outros, discorrendo sobre a demanda para novas possibilidades de disponibilizar conhecimentos geralmente restritos às universidades e centros de pesquisa; e, de estudantes – independente de origem cultural/econômica – participarem da vida acadêmica. Toma como experiência prática a realização do Congresso Científico Tecnológico para o Ensino Médio, em Niterói-RJ. Os resultados alcançados em 2015 e em 2017 demonstram a riqueza para a universidade e para a escola no intercâmbio de saberes, com ênfase nas possibilidades de as atividades desenvolvidas nos centros e laboratórios de pesquisa também ocuparem espaços escolares. A interação e a troca entre estudantes da Educação Básica, das universidades, professores e pesquisadores mostraram-se férteis, alimentaram novas possibilidades de aprofundamento para ambas as instituições, e, em especial, ampliaram as possibilidades de avanço no campo da formação de professores.

Disponível em: http://www.enecienciasanais.uff.br/index.php/venecienciassubmissao/VENECiencias2018

Curso de férias para alunos superdotados: uma experiencia atendimento inclusivo e de formação de professores – 2018

Autoras: Fernanda Serpa Cardoso, Alice Akemi Yamazaki e Sonia Regina Alves Nogueira de Sá.

Projeto: Construção de estratégias interdisciplinares em diálogo com o Currículo Mínimo da SEEDUC – RJ das disciplinas da área das Ciências da Natureza

Apesar do atendimento aos alunos superdotados ser previsto pela LDB de 1996 para ocorrer em diversos ambientes de pesquisa, como as universidades, no Brasil a cultura de cursos de férias para alunos superdotados nesses espaços ainda é pouco difundida. Entendendo a falta de projetos que atendam a esse público alvo da educação inclusiva, a proposta do presente trabalho é divulgar o projeto de extensão do grupo de pesquisa DIECI – UFF com o apoio da Escola de Inclusão da UFF: os Cursos de Férias para Alunos Superdotados. Os cursos são planejados com o objetivo de atender as diferentes demandas e áreas de interesse dos alunos, com oficinas em formato de rodízio ou workshops. Para tal são realizadas reuniões de estudo, planejamento e avaliação com os “oficineiros” de modo que os mesmos, futuros e atuais profissionais da educação, conheçam o público e pautem suas atividades seguindo o modelo triádico de Renzulli. Das oito edições oferecidas, seis aconteceram nas férias de verão e duas nas férias de inverno com atividades desenvolvidas com materiais de baixo custo e disponíveis na universidade. A participação dos alunos, graduandos e pós graduandos faz do curso um espaço de atendimento a públicos diversos, atentando também para a formação de professores. Dessa forma, as edições do curso que já foram oferecidas pela UFF apontam que é possível criar um espaço de suplementação para os superdotados mesmo com pouca verba e que tais espaços atendem não só aos alunos, mas também futuros docentes.

Disponível em: https://conbrasd.org/docs/4_ANAIS/ANAIS_VIII_ENCO_CONBRASD_2018.PDF

Algumas estratégias de letramento e redação nas Ciências da Natureza – 2018

Autoras: Sonia Regina Alves Nogueira de Sá e Ursulla Herdy Gomes de Souza

Projeto: DIECI – Letramento e Redação nas Ciências da Natureza

Este trabalho trata da relação da prática de Redação com o Ensino de Ciências e Dignidade Humana, analisando-a em 3 atividades do grupo DIECI – Desenvolvimento e Inovação em Ensino de Ciências. No Ensino Médio, uma se deu na instrução quanto à composição do cordel, em uma Instituição Privada apenas na 1ª série e, a outra, em 7 Escolas da Rede Estadual do RJ, avaliou o registro das possíveis mudanças de percepção e análise de conteúdo midiático de manipulação promovida por uma oficina sobre a manipulação dos sentidos. A última, na Graduação, se deu no monitoramento da Linguagem de licenciandos das Ciências da Natureza no gênero resenha. Verificou-se enorme disparidade entre o letramento de alunos das redes particular e pública, como também falta de familiarização com o gênero resenha por parte dos licenciados e alguns casos de inadequação à norma padrão. Apesar destas carências, as três atividades permitiram discutir ciências e direitos humanos. 

Disponível em: http://www.proex.uff.br/semext/anteriores/2018/TrabPDF/Trab_277.pdf

Problematização e refletindo sobre manipulação midiática, ciência e dignidade humana na educação básica – 2018

Autoras: Sonia Regina Alves Nogueira de Sá e Ana Carolina Nascimento Rangel, André Luiz da Silva Christianes, Natan Melo Zefiro, Thales da Silva Domingos, Marllon Ramos Costa e Igor Souza de Andrade.

Projeto: DIECI – Ciência e Dignidade Humana

O padrão alimentar imposto pela mídia é responsável pela pandemia de doenças metabólicas que atinge a população, sobretudo as classes populares que não entendem essa relação, não a reconhecendo como violação de direito à saúde. Entendendo essa demanda educacional, a oficina “Manipulação dos sentidos x Dignidade humana: a violação do direito à saúde” foi confeccionada e aplicada na ação extensionista ‘DIECI Itinerante: Ciência e Dignidade Humana’ em 7 colégios da Rede Pública Estadual de Niterói, discutindo a composição dos alimentos, as estratégias midiáticas para imposição de padrões alimentares, doenças metabólicas e a violação de direitos. Foram utilizadas para promover a aprendizagem ativa dos temas, estratégias como materiais audiovisuais e experimentação problematizadora. Através da interação direta com os alunos na oficina e da análise de questionários de avaliação foi percebida em grande parte dos alunos a apropriação do conhecimento científico e o reconhecimento de direitos.

Disponível em: http://www.proex.uff.br/semext/anteriores/2018/TrabPDF/Trab_414.pdf

Superando dificuldades no Ensino de Geometria na rede pública através de materiais concretos e resolução de problemas – 2018

Autoras: Sonia Regina Alves Nogueira de Sá, Lhaylla dos Santos Crissaff e Luísa Cardoso Mendes.

Projeto: Construção de estratégias interdisciplinares em diálogo com o Currículo Mínimo da SEEDUC – RJ das disciplinas da área das Ciências da Natureza

Segundo o modelo de van Hiele do desenvolvimento do pensamento geométrico, alguns estudantes podem apresentar um nível cognitivo não condizente com a idade destes. Esse foi o quadro encontrado nos alunos da 1ª série do Ensino Médio com os quais trabalhamos no ano de 2017, que trouxeram defasagens em conteúdos geométricos, como dificuldade na identificação de figuras. Para que houvesse uma real aquisição do conhecimento pelos alunos, não poderíamos ensiná-los em um nível cognitivo acima do alcançado por eles. Assim, optamos por resgatar os conteúdos de Teorema de Pitágoras e Trigonometria no Triângulo Retângulo por meio de um percurso pedagógico com atividades que envolvem materiais concretos e resolução de problemas. Ao final das atividades, percebemos que o espaço de troca criado nas aulas de Matemática permitiu o amadurecimento dos alunos com a Geometria, sendo capazes de identificar e analisar figuras geométricas, utilizando essas informações para formularem estratégias de resolução de problemas.

Disponível em: http://sbemriodejaneiro.org/anais.php

Audiência pública como estratégia interdisciplinar para aquisição de conhecimentos de Química – 2016

Autoras: Sonia Regina Alves Nogueira de Sá, Armando Pereira do Nascimento Filho, Larissa de Freitas Marques Queiroz, MARQUES, Jean Michel Peixoto de Vasconcelos, Isabelle Ferraz Rodrigues e Silva, Isabela Conceição Sant’Ana Vidinha, Giuliana Campos de Souza, Gabriela Barreto Correa e Isabela Barreto Correa

Projeto: LIFE UFF – Ciências da Natureza, Sociais e Humanas em diálogo 

Neste trabalho, realizado com alunos da 3ª série do Ensino Médio em uma escola pública do Rio de Janeiro através do Programa Institucional LIFE UFF – Ciências da Natureza, Sociais e Humanas em diálogo e do projeto de extensão Instrumentalização e Contextualização para o Ensino de Ciências, apresentamos uma estratégia interdisciplinar para aquisição de conhecimentos de química – funções orgânicas, desenvolvimento de consciência ambiental e reconhecimento de valores humanos. A estratégia, uma adaptação do júri simulado, fomentou a participação dos alunos através de pesquisa e debates. Os resultados positivos foram percebidos tanto na participação dos alunos, quanto nas avaliações feitas pelo professor.

Disponível em: http://www.abq.org.br/cbq/2016/trabalhos/6/9504-1080.html

Interdisciplinaridade e Currículo Mínimo: desafios e conquistas – 2015

Autoras: Beatriz de Castro Corrêa, Ellen Serri da Mota, Fernanda Serpa Cardoso e Sonia Regina Alves Nogueira de Sá

Projeto: Construção de estratégias interdisciplinares em diálogo com o Currículo da SEEDUC-RJ das disciplinas da área das Ciências da Natureza e LIFE UFF – Ciências da Natureza, Sociais e Humanas em diálogo

Apesar da crescente demanda por equipes interdisciplinares nos mais diversos campos de atuação, sua inserção no cotidiano escolar tem enfrentado diversas barreiras oriundas, particularmente, da formação inicial e/ou continuada de educadores. Além disso, interpretações inadequadas têm gerado propostas equivocadas de interdisciplinaridade escolar. Neste trabalho relatamos alguns resultados alcançados, através de estudos sobre interdisciplinaridade, complexidade, currículo, competências e habilidades, materiais didáticos etc., pela equipe do projeto “Construção de estratégias interdisciplinares em diálogo com o Currículo da SEEDUC-RJ das disciplinas da área das Ciências da Natureza”, desenvolvido desde 2013 em uma escola da Rede Pública do Estado do Rio de Janeiro.

Disponível em: https://sbenbio.org.br/anais-erebio/anais-do-vii-encontro-regional-de-ensino-de-biologia-regional-2/

Formação interdisciplinar de professores: desafios e conquistas – a interação entre sujeitos – 2014

Autoras: Sonia Regina Alves Nogueira de Sá e Fernanda Serpa Cardoso

Projeto: LIFE UFF – Ciências da Natureza, Sociais e Humanas em diálogo

Realizado com alunos dos Cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas, Física e Química da UFF, através do Programa Institucional LIFE UFF – Ciências da Natureza, Sociais e Humanas em diálogo e do PIBID, este trabalho busca auxiliá-los a compreender a visão complexa da educação e sua importância para a atuação no magistério. Através de reuniões de estudo e para elaboração de planejamentos bimestrais e de aulas, verificou-se que o maior desafio ainda é o de promover interação verdadeira e produtiva entre esses sujeitos; e, a maior conquista tem sido o desenvolvimento, por parte de alguns, de atitude interdisciplinar, que tem gerado mudanças na atuação em grupo e em sala de aula, refletindo de forma positiva na interação com os estudantes da Educação Básica.

Disponível em:  http://www.abq.org.br/cbq/2014/trabalhos/6/5174-16784.html

Interdisciplinaridade e proposta curricular fechada: de professores: um exemplo de estratégia interdisciplinar nas Ciências da Natureza – 2014

Autoras: Sonia Regina Alves Nogueira de Sá, Bianca C. Machado e Fernanda Serpa Cardoso

Projeto: LIFE UFF – Ciências da Natureza, Sociais e Humanas em diálogo

Neste trabalho, realizado em uma escola pública do Rio de Janeiro através dos Programas Institucionais LIFE UFF – Ciências da Natureza, Sociais e Humanas em diálogo e PIBID, apresentamos uma estratégia interdisciplinar construída para iniciar o segundo bimestre da 1ª série do Ensino Médio, nas disciplinas Química, Física e Biologia, atendendo as competências e conteúdos pré-estabelecidos pela Secretaria de Estado de Educação. A estratégia utilizou edições de filmes à disposição na web, animações em power point, perguntas e reflexões. Despertou a curiosidade, fomentou a participação dos alunos e perpassou as aulas do bimestre. Os resultados positivos foram percebidos tanto na participação dos alunos nas aulas, quanto nas avaliações feitas pelos professores e pela Secretaria de Estado.

Disponível em:  http://www.abq.org.br/cbq/2014/trabalhos/6/6045-16784.html

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